MCC2 - INTRODUÇÃO - 7ENFT

Publicar as introduções dos projetos de pesquisa.

Comentários

  1. ÉRICA DE FREITAS PENA, GUACIARA NOGUEIRA E JOANA ERICEIRA.
    1 INTRODUÇÃO

    Segundo Montenegro e Rezende Filho (2015) “o período gestacional causa alterações físicas, psicológicas e sociais” que provoca na gestante, dúvidas em relação ao desenvolvimento do bebê, como, se ela será capaz de cuidar do bebe quando este nascer e por fim, se é capaz ainda de resistir às famosas dores do parto.
    As expectativas da gestante em relação ao parto são construídas durante a realização do pré-natal, pois o mesmo serve como um importante instrumento educativo, uma vez que, a gestante passa a elaborar um plano de parto que contemple suas expectativas e suas especificidades.
    É importante ressaltar que, é justamente neste período que a gestante precisa de um acompanhamento mais adequado, para que suas reais necessidades sejam atendidas e a gravidez não se torne uma situação de risco para a mãe e o bebê.
    Nettina (2014) cita que a equipe de enfermagem sustenta sua atividade no processo do cuidar e que ainda possui um papel importante no período gestacional, visto que, uma série de emoções como a ansiedade, o medo da dor e da incisão cirúrgica, e a expectativa da separação do bebê são sentimentos que se cruzam durante a gestação.
    Assim sendo, é imprescindível identificar quais são as expectativas das gestantes atendidas durante o período do pré-natal nas UBS Alberto Lima e Floreano Rego do Município de Santana em relação ao parto, bem como, buscar identificar junto às mesmas a preferencia pela via de parto e averiguar os motivos que a gestante considerou no momento da escolha.

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  3. Acadêmicas: Leilane neris, Joseane Miranda e Lucilene silva
    INTRODUÇÃO
    A Enfermagem é conhecida como o cuidado a outro ser humano, no entanto, muitas vezes a sobrecarga imposta pela dura rotina do trabalho, transforma a assistência em uma profissão mecanizada e não-reflexiva. Este comportamento acaba por afetar as relações de trabalho do profissional de enfermagem influenciando negativamente em um atendimento de qualidade.
    Segundo Hoga (2004), a humanização pode ser entendida como o ato ou ação de tornar humanas as relações, ou seja, levar em consideração tudo que é relativo ao homem ou próprio dele. O termo “humanização”, nos últimos tempos, vem sendo bastante utilizado no âmbito da saúde em face de uma demanda crescente no contexto brasileiro, em que os usuários dos serviços de saúde se queixam dos maus tratos de que padecem e que são reforçados pela mídia e por publicações científicas na área.
    Verifica-se que muitos enfermeiros vêem o processo de cuidado individualizado sem, no entanto, compreender seu significado na prática, utilizando-o como uma alternativa para alcançar o status profissional. Isso pode se dar por diversos fatores, sejam eles pessoais, matérias, ou por demanda crescente de pacientes, que dificulta esse cuidado humanizado. O certo é que a teoria, está bem longe da realidade que vivemos, e nós enquanto profissionais, não podemos nos acomodar diante desse fato (ROSSI, 2001).
    Para que esse cuidado seja possível, é necessário olhar para si e para o outro, na tentativa de que o autoconhecimento colabore no cuidado de cada ser. É o junção entre cuidador e o ser cuidado, na intenção de se criar um elo empático que dará direções as ações para o cuidado (CARVALHO et al, 2005,p. 2). É imprescindível que os profissionais de enfermagem adotem uma postura de empatia com o paciente, ou seja, colocando-se no lugar do outro para saber quais são suas reais necessidades, e que o contexto familiar seja inserido nesse meio, garantindo conforto, resolução de problemas e atendimento humanizado.
    Este trabalho tem como objetivo geral identificar que fatores podem interferir a realização de um atendimento humanizado por parte dos profissionais de enfermagem.

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  5. ACADÊMICAS: Aline Facundes, Jaqueline Dias, Michelle Carmo
    Introdução
    Segundo OMS (2000) “ humanizar o parto é um conjunto de condutas e procedimentos que promovem o parto e nascimento saudáveis, pois respeita o processo natural e evita condutas desnecessárias ou de risco para mãe e o bebê ” o parto é um momento muito importante na vida de uma parturiente, onde a ansiedade e o medo tomam conta da mulher, logo então a equipe de enfermagem visa proporcionar uma assistência adequada e inserir as práticas de humanização.
    O artigo “Praticas de humanização aplicadas pela equipe de enfermagem durante o trabalho de parto, na Maternidade do Hospital Estadual de Santana”, tem um objetivo de explorar as práticas que estão sendo utilizas no parto das gestantes, sendo estas, tendo um cunho voltado para a saúde fisiológica, psicológica, afetiva e espiritual das pacientes, ou tendo um cunho voltado para o melhor funcionamento do hospital e se adequando a vida funcional dos profissionais de Enfermagem.
    O parto em si, tem um valor antropológico, sendo este, considerado como um fato comum no processo de procriação da espécie humana, por tanto, deve-se levar em consideração fatores culturais de cada região. Desde o surgimento de hominídeos na face da terra, sempre houve formas diversificadas de partos respeitando as peculiaridades da parturiente, para que este evento não vá, posteriormente, causar nem um tipo de dano físico, afetivo e psicológico ao mesmo.
    Atualmente, o parto nas instituições públicas, é visto pelas pacientes como um momento desagradável em suas vidas, visto que, paulatinamente esse processo vem causando deteriorações no que se diz respeito a manutenção da saúde física e psicológica dos pacientes, pois, em muitos casos, há relatos de dor, recuperação prolongada e efeitos colaterais violentos. Infelizmente com a tecnologia voltada há área da obstetrícia conhecida atualmente, não se chegou há um denominador que possa fazer com que o produto final, que é o parto em si, não cause nem um tipo de desconforto ao paciente.
    É notório que as práticas obstetras que se tem conhecimentos atualmente, precisam ser aperfeiçoadas para serem menos invasivas na confirmação do produto final, que necessariamente é o parto em si. Em contra partida, muito profissionais de saúde vem adotando novos métodos para melhorar o processo até a hora do parto, chamado de “Parto Humanizado”.
    O “Parto Humanizado”, como o próprio nome já diz, é a humanização do processo que antecede o parto, para uma melhor diminuição de danos que possam ser causados pelo ato de pari, e que se constituem em: um melhor acompanhamento durante o parto, terapia com bola suíça, aroma terapia, escalda-pés, deambulação, banho, massagem, musicoterapia, acompanhante durante o parto, orientações de posições do parto humanizado como cócoras, de joelho ou de 4 apoios, em pé e semi-deitada além de sempre estar atualizado no que se diz respeito ao aparecimento de novas metodologias de humanização que forem criadas.

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  6. TEMA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO À PESSOA PORTADORA DE AUTISMO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA (RI)
    1 PROBLEMA
    Como o enfermeiro atua e quais suas dificuldades frente a uma criança com Transtorno de autismo?

    2. OBJETIVOS
    2.1 Objetivo geral

    Identificar a atuação do enfermeiro à pessoa portadora de autismo, e as dificuldades encontradas.

    2.2 Objetivos específicos
    • Descrever as potencialidades e dificuldades dos cuidados de enfermagem.
    • Como o enfermeiro, enquanto educador auxilia a família na identificação do autismo.
    • Identificar o nível de conhecimento que os enfermeiros têm para identificar o autismo;

    3 HIPÓTESE
    Ainda se encontra pelos profissionais de enfermagem, grande dificuldade de identificação do diagnóstico do transtorno do autismo, devido ao grande número de características propostas, a diferença que esses sintomas se apresentam e na criança e o grau de severidade. Há poucas publicações sobre o assunto e o pouco conhecimento dos profissionais de saúde em diagnosticar o autismo.

    4 INTRODUÇÃO

    O autismo é um distúrbio do desenvolvimento que vem sendo estudado pela ciência há anos. A doença foi descrita pela primeira vez em 1943 pelo médico Kanner, que destacou algumas características como um quadro psiquiátrico, podendo ser percebida a diferença no desenvolvimento normal das outras crianças. No ano seguinte, em 1944, o médico, também, austríaco Hans Asperger,relatou o sintoma de autismo parecido com o de Kanner, não havendo nenhum contato entre eles (SOUZA, 2011).
    O autismo pode se manifestar de forma muito peculiar entre diferentes crianças e em uma mesma criança de uma fase a outra do desenvolvimento. Por isso, utiliza-se o termo Transtorno do Espectro do Autismo, sendo que muitos autores referem-se a autismos, no plural, para se referir às diversas formas de manifestação da doença. Apesar dessa diversidade, os transtornos do espectro do autismo, de modo geral, caracterizam-se por alterações qualitativas nas interações sociais, na comunicação e no comportamento. (MINISTÉRIO DA SAÚDE 2013).
    As características clinicas desta doença manifestam-se antes dos 30 meses de idade; há um desvio do desenvolvimento social; incapacidade do desenvolvimento da linguagem; comportamentos e rotinas de forma estranha e ritualística. Os elementos mais comuns da falta de desenvolvimento social é a ausência de reciprocidade e dificuldade de criar vínculos. (GAUDERER, 1997).
    Também se observa que a evolução do cuidado de enfermagem, dispensado às crianças autistas, reflete o fato dessas ações terem sido ou não eficazes em atingir os objetivos estabelecidos. Assim, é importante que o enfermeiro esteja atento para qualquer mudança verificada no quadro clínico do paciente, monitorando todas as alterações ocorridas para, a partir daí, criar planos e intervenções de enfermagem visando o desenvolvimento do indivíduo. (TOWNSEND, 2000).
    Portanto, de acordo com a abordagem do tema acima exposto e suas dificuldades, fica clara a importância de uma revisão integrativa sobre a atuação do enfermeiro frente ao autista, visando à saúde, à família e à sociedade. A pesquisa teve como o seguinte objetivo: Identificar a atuação do enfermeiro à pessoa portadora de autismo, e as dificuldades encontradas.

    COMPONENTES: Ellen de Cassia Merces de Lima
    Jacielma Carvalho da silva

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  7. ERINELMA SILVA

    1 INTRODUÇÃO

    A grande maioria da população idosa é composta por pessoas saudáveis com autonomia nas atividades da vida diária. Contudo, com o aumento da expectativa de vida no país e no mundo, aumenta também a incidência e prevalência das doenças crônicas e acidentes, que podem ser a causa, da fratura de fêmur.
    A fratura de fêmur é uma lesão traumática que mais acomete os idosos brasileiros e ainda apresentar uma elevada taxa de mortalidade no primeiro ano pós-fratura, ocasionado perda da capacidade funcional.
    Brasil (2017) relata que, com o avanço das quedas e suas consequências ocorre um aumento na necessidade de intervenções hospitalares, e, entre os idosos, essas intervenções tornam-se mais longas, elevando à fraqueza desses pacientes.
    Ainda de acordo com Brasil (2017) as causas mais frequentes desse tipo de fratura são as quedas da própria altura, da cadeira, entre outras e que pelo menos 30% dos idosos no país sofrem um episódio de queda por ano, sendo a incidência maior em mulheres.
    Ribeiro et al. (2008) definem queda como um evento acidental que tem como resultado a mudança de posição do indivíduo para um nível mais baixo, em relação à sua posição inicial, com incapacidade de correção em tempo hábil e apoio no solo.
    O Brasil há vários anos, vem sofrendo grandes mudanças na idade populacional, e já é considerado um país de idosos, onde a população de idosos teve um aumento de quase 700% em menos de 50 anos.
    Frente ao exposto, surgiu a ideia de investigar as causas e conhecer o perfil do idoso amapaense vítima de fratura de fêmur.

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  8. Noeli costa de matos
    Raymunda nubia
    INTRODUÇÃO: Depressão é um distúrbio efetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo , baixa auto-estima que aparecem com frequência. É prescindível o tratamento médico , tanto para diagnostico quanto para o tratamento adequado.(BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÙDE)
    Abordamos nesta pesquisa o conhecimento e ocorrência da depressão em profissionais enfermeiros do HE de Macapá-AP nos anos de 2016 e 2017.
    Terá finalidade de identificar ocorrência de casos de depressão e possíveis conhecimento dos profissionais acerca do assunto.Com a elaboração da problemática de que a depressão é presente nestes profissionais,e em seu ambiente de trabalho acreditamos que podemos identificar os estigmas sociais vivenciados por estes profissionais e assim de alguma forma contribuir para a melhoria desse mal em meio aos enfermeiros.
    Dentro deste cenário é possível identificar o setor mais afetado com a depressão, ocorrência destes casos, saber se existe algum conhecimento acerca dessa síndrome.
    Assim sendo justificasse a importância desta pesquisa tanto para o meio cientifico por conta de sua relevância e importância pois se trata de identificar ,avaliar , investigar sobre depressão entre esses profissionais importantes em nossa sociedade que são os enfermeiros, quanto para o meio profissional e acadêmico.


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  9. ALUNOS: MARIA ANTONIA, ISRAEL PACHECO E PATRICK PANTOJA

    1 INTRODUÇÃO

    O uso de plantas para tratar ou curar uma enfermidade é tão antiga quanto à civilização humana, uma vez que, esta prática muitas vezes acaba sendo a única alternativa terapêutica de algumas comunidades. (BRASIL, 2012).
    Segundo a Organização Mundial de Saúde (2011), cerca de 70 a 90% da população mundial que não têm acesso ao atendimento primário de saúde recorre à medicina tradicional, por meio do uso de plantas medicinais. De maneira não diferente, de acordo com Brasil (2012), ocorre em nosso País, pois 82% da população brasileira utiliza produtos a base de plantas medicinais, seja pelo conhecimento popular recebido de gerações em gerações, ou seja, por meio do Sistema Único de Saúde.
    Uma das maiores preocupações em relação ao uso de plantas medicinais é a crença de que produtos de origem vegetal são isentos de reações adversas e efeitos tóxicos. As gestantes fazem parte desse percentual, uma vez que, recorrem ao uso de plantas medicinais, por acreditarem que não causam danos ao feto. Contudo, as informações necessárias sobre a segurança na utilização dessas plantas durante a gravidez são escassas principalmente durante o pré-natal realizado na Unidade Básica do Distrito de Fazendinha/AP.
    Macena et.al (2012) relatam que as causas para a introdução desta terapêutica durante a gestação demostram o tratamento para distúrbios próprios desse período como náuseas, infecção urinária e desconforto respiratório.
    Perante essa necessidade, muitas gestantes não sabem o risco a que estão se expondo. Todavia, o uso frequente de algumas espécies de plantas medicinais é contraindicado principalmente no primeiro trimestre de gestação, por causarem abortamento, riscos teratogênicos e tóxicos para mãe e o feto. (BRASIL, 2012).
    Com o objetivo de evitar que a gestante atendida na UBS da Fazendinha apresente algum tipo de complicação ou dano no período gestacional, o papel do enfermeiro responsável pelo pré-natal é de suma importância no que se refere aos cuidados e orientações que a mesma deve receber sobre o uso de plantas medicinais.
    Tendo em vista, estes aspectos, o presente trabalho tem como objetivo no primeiro momento, reunir dados na literatura brasileira sobre os tipos de plantas medicinais usadas durante a gravidez, alertando sobre os riscos de sua utilização neste período e no segundo momento investigar se os profissionais Enfermeiros da Unidade Básica de Saúde do Distrito de Fazendinha estão orientando as gestantes sobre os riscos do uso inadequado das mesmas.

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  10. ACADEMICAS: KATILENE MELO, JESSICA QUEROES E CLEUMA MIRANDA.

    1 INTRODUÇÃO

    De acordo com Brasil (2016, p.33) a violência intrafamiliar é considerada como “toda ação ou omissão que prejudique o bem-estar, a integridade física, psicológica ou a liberdade e o direito ao pleno desenvolvimento de outra pessoa da família” e na maioria dos casos ocorre entre os parceiros íntimos e entre os membros, principalmente no ambiente da casa e hospitais.
    Ainda desconhecida entre os profissionais Enfermeiros, a Síndrome de Munchausen por Procuração tem se evidenciado como um importante tipo de violência infantil. Um tipo de violência realizado na maioria dos casos pela própria cuidadora, ou seja, pela mãe biológica.
    É importante que seja abordado a violência no contexto da saúde, tendo em vista que os reflexos da mesma se tornam expressivos na saúde das pessoas. Considerando a complexidade da SMP e dos diversos outros tipos de violência, o atendimento a estas situações no campo da saúde se torna uma questão de saúde pública relevante, em virtude dos agravos decorrentes e da possibilidade de morte resultante dos abusos perpetrados.
    Este tipo específico de violência confunde os profissionais enfermeiros, uma vez que as características não são compatíveis com o aparente estado de saúde da criança e muito menos com os resultados dos exames laboratoriais.
    Com o intuito de atrair a atenção do profissional enfermeiro, esta mãe geralmente e manipuladora e inteligente, pois ela acaba reproduzindo características patológicas em seus filhos, com o objetivo de persuadir o profissional da existência de uma doença, gerando, por vezes, procedimentos desnecessários e às vezes até fatais.
    A intenção deste estudo é investigar a SMP frente à atuação do profissional Enfermeiro, além de identificar possíveis casos vivenciados em seu ambiente de trabalho, bem como investigar os procedimentos adotados pelos mesmos diante da suspeita, passando pela detecção ou reconhecimento, depois pelo estudo da situação (que pode ser em equipes multidisciplinares) até a intervenção profissional. Neste sentido, é necessário que os profissionais enfermeiros estejam atentos a alguns dos indicadores de risco que o cuidador com a Síndrome de Munchausen por Procuração adota quando induz os sintomas de doença na criança.

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